Se eu fosse corajosa...
Fugia, desaparecia para longe de tudo e de todos. Começava de novo, com um novo nome, um novo eu. Sem laços, sem prisões, apenas eu e mais ninguem. Talvez encontrasse trabalho num restaurante de uma pequena aldeia de pescadores longe daqui, podia viver para sempre perto do mar, ouvir o riso das crianças a brincar na areia no verão e ficar a olhar as tempestades através de um vidro no inverno...
Nocas